EM NOME DA VIDA (SONETO I- JANEIRO BRANCO)

Nasci e cresci em Barbacena (cidade do interior de Minas Gerais), que carrega a marca da (in) sanidade da razão humana, na sua história. Ano passado, resolvi escrever um soneto dedicado à cor de cada mês. Por coincidência, janeiro é dedicado à Saúde Mental e tem a cor branca como referência. Além de ler o Soneto, sugiro que visitem o site da Campanha Janeiro Branco (Cuide da vida, cuide da saúde mental) https://www.janeirobranco.com.br/ leiam e curtam, pois tem muita informação bacana. Como a Campanha teve início em Minas Gerais, o Soneto segue a ‘linha’ do nosso ‘trem’ de Minas…

De Minas mais um ‘trem’ está de partida:

Para o mundo, para o ano que começa…

Janeiro Branco: a ‘estação’ está aberta…

Ao ‘trem’ da saúde mental: ‘trem’ da vida!

É tempo de partida, bem como de parada:

A cada ‘estação’ uma pausa pra reflexão…

Quem cuida da mente a deixa preparada…

Pra alegria da vida e as dores do coração!

De Minas para o mundo desliza o ‘trem’…

A cada janeiro, ele ganha novos vagões;

Para a humanidade leva esta mensagem:

A vida é linda e bela, mas curta a viagem…

Ela é curta, mas oferece muitas estações,

Para curti-la temos o tempo de passagem…

ESTEVAMATIAZZI

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19 comentários

  1. De certo todos nós seremos humanos temos um distúrbio mental mesmo que somos humanos não somos uma máquinas, mesmo as máquinas precisam de revisão, eu acredito um dos males que atrapalham todo processo social é a doença mental seja muitas vezes para o bem ou para o mal não há equilíbrio. eu assumo eu sou louco, mesmo não tendo nascido em Barbacena, pois em Jequitaí MG, também tem loucos! um abraço fraterno do Poeta Carvoeiro!

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  2. De certo todos nós seres humanos temos um distúrbio mental mesmo por que somos humanos não somos uma máquinas, até mesmo as máquinas precisam de revisão, eu acredito que um dos males que afeta todo processo social é a doença mental seja muitas vezes para o bem ou para o mal se não houver um certo equilíbrio. Um abraço fraterno do Poeta Carvoeiro!

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  3. A viagem,assim fica mais suave.O trem não sacode tanto e a gente relaxa,sonha e reflete.Para a frente,Estevam, segura a direção da locomotiva e viaje .Voe, como Fernão Capelo Gaivota,sem limites,com as asas da imaginação,dos sentimentos,da poesia……

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    • Olá Isnar. Que prazer seu comentário…as asas da poesia, da literatura, da música, são o que nos fazem realmente voar… os aviões podem até ir mais rápido, mas, a imaginação vai mais longe… fraterno abraço.

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    • Que bacana sua leitura e retorno… a ideia de escrever sonetos sobre este assunto me veio depois de ler um de seus textos ano passado… fiquei surpreso com a cor e campanha de janeiro… me dediquei a ela neste início de ano… que ótimo tê-la afetado nestes versos.. para quem escreve, a criação de um verso especial é uma dádiva, um dom, e, me parece que estes estão entre elas… Aquele abraço de quem torce muito por sua recuperação… A foto da estação que acompanha o poema é a estação principal da cidade (Barbacena) no início do século passado. A cidade fez este ano 226 anos.

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