O MAR VERDE DE MINAS

Ao longe…

Sem ser distante,

Entrecortado pelos montes,

Estende-se o ‘mar verde’ de Minas,

Com suas águas esverdeadas vindas,

Dentre outros Rios, do imenso Rio Grande!

No horizonte,

Onde o sol se esconde,

Adornado por pequenas corredeiras,

O encontro das águas da Mantiqueira,

Vindas dos Rios Sapucaí-Guaçu e Grande,

Formam mais uma das maravilhas mineiras!

Nas doces manhãs,

O dia ainda é uma criança,

Revelando uma sutil desconfiança,

Mineira, embalada pela suave dança,

Da brisa, nas águas que o vento balança,

Que vão e vêm, quais manhas de quem ama!

Nas doces tardes,

As águas claras esverdeadas,

Refletem os dourados raios solares,

Num brilho semelhante ao de esmeraldas,

Cuja beleza se ergue pelo morro do chapéu,

Como prece vespertina que se eleva até o céu!

Seus canyons,

Afunilados entre paredões,

São ‘arte viva’ esculpida nas pedras,

Que a água límpida ‘desenha’ em telas,

Naturais, despidas de preconceito e viseiras,

Remodeladas continuamente por suas cachoeiras!

Suas águas turvas,

Ora claras, ora escuras,

Formam sua beleza, Furnas,

Enquanto esperam pelas chuvas,

Para torná-la ainda mais bela e pura,

Livre de que a exploram apenas por usura!

ESTEVAM MATIAZZI- 13 DE JANEIRO DE 2021

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